5 de abr de 2009

Aonde estão os sonhos?

Aonde estão os sonhos?
Phelipe Fabres
O continuísmo ainda persiste: acordar, sair, comer, estudar, comer,
estudar, trabalhar, dormir, acordar! Tudo junto, misturado, e ainda
por cima ainda bem cansativo. As roupas, a aparência, os gestos também
estão no mesmo curso de antes. Onde está a dúvida? o medo de não mais
ser quisto? A solidão em noites de tormentas agora dá lugar as
alegrias da companhia de outra pessoa; algo que por muito tempo pude
ter, mas nunca dessa forma nunca nessa intensidade.
Nem só de amor vive o homem!Mas esse sentimento nos faz sentir o que
está ao redor muito mais do que antes, isso sem que ao menos muitas
vezes nós percebamos que estamos assim. Mas é dai que nascem os
sonhos? não há outra motivação? Talvez não seja tão simples assim
senão bastaria um amor para que todos fossemos empreendedores de
viver! Em uma sociedade carente de ídolos nós apenas buscamos
espelhos: no dia-a-dia(casa, trabalho, meio), no entretenimento (tv,
filmes, musica, esportes).
A comoção e por que não a adoração por alguns desses estereótipos de
nosso cotidiano me faz crer que somos ao mesmo tempo o povo mais
alegre quando vemos um vilão cruel (mesmo que maniqueísta!) sendo
escraçhado no horário nobre; ou quando falamos com o maior orgulho que
nosso filho caminhou sem a nossa ajuda. Tudo muito lindo se no meio
disso não ficássemos de braços cruzados para as constantes humilhações
implícitas que sofremos políticas e socialmente simplesmente por
sempre aceitarmos e julgarmos mas nunca agirmos: da euforia a lama,
estamos deprimidos!
Um estado obtuso, introspectivo que somente sai do escafandro quando
lhe é jorrado uma dose de euforia que com ela gera uma esperança para
assim sonharmos novamente e seguirmos ciclicamente repetindo esse
caminho até o fim de nossas vidas, bem repetitivo, bem confortável.
Lembramos da euforia, sorrimos sobre as conquistas proibidas e nos
esquecemos da mudança.
Mas então seria o amor talvez a única forma de se sonhar?Talvez!Ele
exige uma capacidade de ceder para com o outro ,ou seja, ele pode
mudar alguém por simplesmente exigir que esse alguém veja pra dentro
dele mesmo se o que se sucede está correto, justifica seu sentimento.
Andando por seus subterfúgios agora consigo esquecer um pouco minha
"depressão", pois talvez existam outras maneiras de sonhar e viajar
pelos anseios da vida.......só ainda não achei uma estrada tão
colorida!

4 comentários:

Susana disse...

Oi, Rolim

Encontrei um texto seu hoje e cheguei aqui, gostaria de sugestionar que vc colocasse ativo "seguir esse blog", creio que seria muito interessante mantermos contatos

profasu disse...

Oi, Rolim

Encontrei um texto seu hoje e cheguei aqui, gostaria de sugestionar que vc colocasse ativo "seguir esse blog", creio que seria muito interessante mantermos contatos

Marise von disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Marise von disse...

Professor Rolim,
Através do site webartigos.com, lendo o seu artigo "sobre estudar", cheguei ao seu blog.
Parabéns pelos seus artigo e blog.
Pretendo publicar alguns artigos, com a sua permissão no meu blog de filosofia e sociologia e também vou indicar o seu blog.
Também gostaria de seguir seu blog.
Abraços,
Marise.